-
Seminário com o prof. Raymundo Baptista – 8 de novembro de 2019 (sexta-feira) – 10:15 a.m.
O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA CONVIDA A TODOS E A TODAS para o seminário:
Existe aquecimento global antropogênico? A ciência e a farsa*
Raymundo Baptista – UFSC/FSC*Evento de presença obrigatório da disciplina seminários
Resumo:
Aquecimento global antropogênico’ é uma questão que vale 160 trilhões de dólares. Este seminário apresenta e discute cientificamente as hipóteses que sustentam a narrativa do aquecimento global antropogênico, com particular atenção à (i) existência de efeito estufa atmosférico, (ii) interpretação das variações de longo termo na temperatura superficial do planeta, e (iii) relação causa-efeito entre temperatura superficial e abundância de dióxido de carbono.
Fecha: 8 de novembro de 2019 – (sexta-feira) Lugar: Sala 212 – Auditório do Departamento de Física – Horário: 10h15min
-
Seminário com Prof. Dr. Marco Aurélio C. Kneipp – 25 de outubro de 2019 (sexta-feira) – 10h15min
O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA convida para o seminário:
Monopolos Escuros em Teorias de Grande Unificação*
Prof. Dr. Marco Aurélio C. Kneipp UFSC/FSC
*Evento de presença obrigatória da disciplina semináriosResumo:
Neste seminário, inicialmente apresentaremos uma breve revisão de física de partículas e falaremos dos fatos que indicam que as interações fundamentais da Natureza possam ser descritas por uma Teoria de Grande Unificação (GUT). Veremos que em geral tais teorias apresentam soluções topológicas de monopolos magnéticos. Mostraremos então novas soluções de monopolos em teorias com grupo de gauge SU(n) que possuem campo magnético nulo na direção do gerador do grupo eletromagnético U(1)_em e portanto nós os chamamos de Monopolos Escuros. Estes monopolos devem existir em GUTs com quebra espontânea por campo de Higgs na representação adjunta. Nós analisamos em particular o caso da Teoria de Grande Unificação SU(5) onde mostramos que este monopolo é solução das equações de movimento e obtemos que sua massa clássica é dada por M=4πvf(λ⁄e^2 )⁄e , onde f(λ⁄e^2 ) é uma função monotonicamente crescente, com f(0)=1,294 e f(∞)=3,262. Por fim, mostraremos que sua carga magnética não-abeliana é proporcional a uma quantidade topológica.
Data: 25 de outubro de 2019 – (sexta-feira) Local: Sala 212 – Auditório do Departamento de Física – Horário: 10h15min
-
Seminário com Nara Rubiano da Silva – 18 de outubro de 2019 (sexta-feira) – 10h15min
O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA convida para o seminário:
Microscopia Lorentz ultrarrápida e a importância de ser coerente*
Nara Rubiano da Silva
Pós-doutoranda do PPGFSC*Evento de presença obrigatória da disciplina seminários
Resumo:
Texturas magnéticas de escalas nanométricas, tais como skyrmions e vórtices, são vistos como candidatos para a realização de novos conceitos de dispositivos em que o armazenamento e processamento de dados passariam a ser executados na mesma arquitetura. Nessas pequenas dimensões espaciais, os processos utilizados para manipular tais estruturas tendem a ser muito rápidos, alcançando a ordem de centenas de femtossegundos. Assim, é essencial desenvolver técnicas experimentais que permitam investigar os processos magnéticos ocorrendo em escalas ultrarrápidas e em dimensões nanométricas.
Neste seminário, apresentarei o desenvolvimento de uma técnica de imageamento de materiais magnéticos que combina a alta resolução espacial da microscopia eletrônica de transmissão com a alta resolução temporal de experimentos pump-probe. A microscopia Lorentz ultrarrápida é realizada estimulando-se oticamente (laser pump) uma amostra, e analisando os processos dinâmicos assim desencadeados com o uso de pulsos de elétrons (electron probe). Por se tratar de uma microscopia com contraste de fase, os pulsos de elétrons precisam apresentar boa coerência espacial. Pulsos de elétrons com características excelentes são obtidos por fotoemissão de um emissor Schottky, esquema recentemente implementado pelo grupo do Prof. Claus Ropers da Universidade de Göttingen, onde o presente trabalho foi realizado. Apresentarei resultados experimentais demonstrando que a microscopia Lorentz ultrarrápida pode alcançar resoluções espaciais e temporais de 55 nm/700 fs e 100 nm/400 fs. Além disso, mostrarei que a técnica permite observar, com imageamento direto e de forma quantitativa, a desmagnetização ultrarrápida de uma nanoestrutura magnética.Data: 18 de outubro de 2019 – (sexta-feira) Local: Sala 212 – Auditório do Departamento de Física – Horário: 10h15min




