I Encontro de Mulheres na Física da UFSC

24/10/2016 17:13

IMG_1654O Grupo de Trabalho sobre Questões de Gênero da Sociedade Brasileira de Física (http://genero.fis.puc-rio.br/) tem estimulado a discussão sobre o papel das mulheres nas ciências e, em especial, na física. Com essa finalidade, no dia 07/11, das 8:30 hs às 12:00 hs, ocorrerá, o I Encontro de Mulheres na Física da UFSC*, no auditório do Depto de Física (sala 212). Durante o Encontro, serão apresentadas estatísticas recentes do CNPq e da Academia Brasileira de Ciências e palestras de algumas pesquisadoras sobre temas de pesquisa de ponta em diversas áreas. O Encontro visa mostrar que existem mulheres que se destacam nas suas áreas de atuação e atrair não só o público feminino, mas também conscientizar o público masculino sobre a realidade das questões de gênero no Brasil. A programação completa está abaixo e serão emitidos certificados de participação para todos que assistirem 75% das palestras.

* Evento contará como presença de reposição da disciplina seminários.

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Seminário com o Prof. Dr. Felipe Arretche – 21 de outubro de 2016 – 10h15min

17/10/2016 14:22

O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA convida para o seminário:

Imagem Felipe Arretche

Professor credenciado no PPPGFSC/UFSC, pesquisador da área de concentração Física Atômica e Molecular

Termalização e Excitação Rotacional de Pósitrons em Gases Moleculares*

Prof. Dr. Felipe Arretche – FSC/UFSC

*Evento de presença obrigatória para os alunos matriculados na disciplina seminários

Resumo:

A interação de pósitrons com átomos e moléculas constitui um tema moderno no contexto da Física Atômica e Molecular do século XXI. Em especial, as primeiras medidas diretas de termalização de pósitrons com gases moleculares foram reportadas na literatura científica somente em 2014 por Natisin et al. [M.R. Natisin, J.R. Danielson and C.M. Surko, J. Phys. B: At. Mol. Opt. Phys. 47 225209 (2014)]. Em particular, neste seminário, veremos que o mecanismo de termalização de pósitrons com gás N2 ocorre via excitação (e desexcitação) rotacional e que os dados experimentais não são satisfatoriamente descritos pela teoria. Vamos então discutir como modelar teoricamente o cálculo de seções de choque rotacionais pósitron-molécula. Por fim, vamos apresentar resultados gerados pelo Grupo de Física Atômica e Molecular da UFSC para seções de choque rotacionais pósitron-H2 [G.L. Zanin, W. Tenfen and F. Arretche, Eur. Phys. J. D 70 179 (2016)], a saber, o sistema modelo que escolhemos para começar a atacar o problema experimental original.

Data: 21 de outubro de 2016 – (sexta-feira)- Local: Sala 212 – Auditório do Departamento de Física – Horário: 10h15min

Seminário com o Profª. Drª. Natalia Vale Asari – 7 de outubro de 2016 – 10h15min

04/10/2016 09:25

O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FÍSICA convida para o seminário: 

Natalia

Professora Adjunta A da Universidade Federal de Santa Catarina. Tem experiência na área de Astrofísica, com ênfase em Astrofísica Extragaláctica, atuando principalmente nos seguintes temas: evolução de galáxias, atenuação por poeira, espectroscopia-3D, síntese espectral e núcleos ativos de galáxias. Desenvolveu o código BOND: Bayesian Oxygen and Nitrogen abundance Determinations, disponível em http://bond.ufsc.br.

Desvendando a parte nebulosa de galáxias com BOND*

Profª. Drª. Natalia Vale Asari – UFSC/FSC

*Evento de presença obrigatória para os alunos matriculados na disciplina seminários

 

Resumo:

O enriquecimento químico de uma galáxia está intimamente ligado à sua história de formação de estrelas. Todos os elementos químicos que não hidrogênio e hélio — na astronomia, por liberdade literária, denominados `metais’ — são formados por nucleossíntese ou no interior de estrelas ou em explosões estelares. Por isso, relações empíricas entre abundâncias de elementos químicas e outros parâmetros físicos de galáxias, como a famosa relação massa–metalicidade, servem de guia para estudos teóricos sobre a história e evolução química de galáxias. Essas relações empíricas são em geral baseadas na `metalicidade’ do gás medida com os chamados métodos de linhas fortes, que presumem que as nebulosas emitindo as linhas (regiões H II gigantes) são uma família de um parâmetro: a abundância de oxigênio. A natureza, no entanto, é muito mais complexa, e as metalicidades derivadas a partir desses métodos podem estar sistematicamente erradas. Apresento o método BOND (Bayesian Oxygen and Nitrogen abundance Determinations), que desenvolvemos para medir simultaneamente abundâncias de oxigênio e nitrogênio em regiões HII gigantes. O método compara linhas de emissão fortes e semi-fortes com uma grade cuidadosamente definida de modelos de fotoionização. O código e os resultados são públicos e estão disponíveis em http://bond.ufsc.br.

 

Data: 7 de outubro de 2016 – (sexta-feira)- Local: Sala 212 – Auditório do Departamento de Física – Horário: 10h15min

 

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